23 de ago de 2014

O Mapa dos Bares Parisienses (via From Paris)


Un verdadeiro parisiense conhece o mapa do metrô de cor. Mas saber exatamente em qual bar vamos nos deparar ao sair de uma estação de metrô, é muito útil! Graças ao mapa que indica os melhores bares próximos de cada estação, você terá uma boa razão para visitar todas estações.

Tradução livre - texto original:

Un vrai parisien connaît logiquement le plan du métro par coeur. Mais savoir exactement sur quel bar on va tomber en sortant d’une station de métro, ça c’est vraiment utile ! Grâce à ce plan qui vous indique les meilleurs bars à proximité de chaque station, vous aurez enfin une bonne raison de visiter chacune des stations de notre belle capitale !Chez From Paris, ce soir, on va se faire toute la ligne 2…

Fonte: http://www.from-paris.com/bar-map-le-plan-de-metro-des-bars-parisiens/

16 de ago de 2014

Epidemia da síndrome de Paris atinge turistas chineses ( Via Diário do Centro do Mundo)

Uma epidemia está afligindo os turistas chineses que vistam a capital francesa: a síndrome de Paris.

Assim como os japoneses, os chineses que visitam a cidade pela primeira vez – entusiasmados com relatos da mídia e filmes como “Sinfonia de Paris” e “O fabuloso destino de Amélie Poulain” – chegam esperando encontrar uma cidade europeia pitoresca, rica e amigável, com homens e mulheres elegantes que deixam um rastro de Chanel Nº 5.
Ao invés disso, eles descobrem o lado mais áspero de Paris – metrôs lotados, garçons mal-educados e tentativas de furtar os turistas com dinheiro na mão – que faz com que eles entrem num estado de choque psicológico.
Os chineses têm uma ideia romântica da França, conhecem a literatura francesa e as histórias de amor do país”, disse Jean-François Zhou, presidente da associação chinesa de agências de viagem da França. “Mas alguns terminam aos prantos, jurando que nunca mais vão voltar”.
Como eles carregam grandes quantidades de dinheiro em espécie, os turistas chineses costumam ser alvo de furtos.
“Às vezes eles tentam comprar um sorvete com uma nota de 500 euros”, disse Zhou. Eles geralmente trocam grandes quantidades de yuan para restringir as taxas de câmbio, e o uso dos cartões de crédito não é tão comum na China quanto na Europa, disse.
Fonte: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/epidemia-da-sindrome-de-paris-atinge-turistas-chineses/

13 de ago de 2014

1O IMPRESSÕES DE UMA BRASILEIRA SOBRE A VIDA EM PARIS - (site Nômades Digitais)

por Nômades Digitais
Quem nos acompanha, sabe que quinta-feira é dia do quadro Brasileiros Viajantes (se ainda não conhece, descubra aqui e saiba como pode até participar). Mas esta semana, excepcionalmente, decidimos acabar com a espera e convidamos Mari D’Angelo, uma brasileira que se entregou (e, claro, se apaixonou!) a uma das capitais mais românticas da Europa. Agora regressada ao Brasil, “sem perceber porque”, ela compartilha algumas das coisas que aprendeu por lá.
Durante 6 meses tive a incrível oportunidade de morar em Paris e vivenciar a cidade muito além de seus tão famosos pontos turísticos. Talvez muita gente tenha a imagem de cidade romântica, turística demais e pouco acolhedora por parte de seus habitantes, mas além de ser muito acolhedora, transpira cultura dentro e fora de seus inúmeros museus. Todos têm espaço – estilos e idades se misturam nessa eclética e tão interessante capital. Posso dizer que foram os 6 meses mais bem vividos da minha vida!
Agora leia 10 impressões com que fiquei da cidade:

1. Os franceses não são mal-educados

A primeira coisa que gosto de “desmistificar” é o clichê do francês mal-educado. Depois de passar 6 meses em Paris, aprendi que na realidade é exatamente o contrário, eles valorizam muito a educação. Você deve SEMPRE falar “Bom dia”, “Obrigado”, “Por favor”… básico né? Mas tem gente que não faz isso, e aí os franceses respondem da mesma maneira. Além disso, o perfil deles é ser mais reservado, não tão expansivos quanto nós brasileiros, mas usando as palavrinhas mágicas, você ganhará a confiança e a simpatia dos parisienses.

2. Cinema ao ar livre

Quando chega o verão a cidade fica cheia de vida. Shows, esportes, atividades físicas e culturais são oferecidas aos moradores (e turistas), e uma das coisas mais interessantes são as sessões de cinema ao ar livre. São várias opções de telonas montadas em parques, praças e até lugares turísticos como a Sacré Coeur, em Montmartre. Cada um leva sua toalha, vinhos, queijos e baguetes para um picnic enquanto o filme não começa. Alguns lugares até alugam cadeirinhas.
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3. A arte de rua é valorizada

Sou apaixonada por grafite e arte de rua e em Paris me surpreendi em encontrar esse tipo de arte pela cidade inteira. Existe um lugar chamado “Le Mur” que é como um outdoor numa agradável praça onde cada mês um artista diferente vai expor sua arte. Um dia estavámos assistindo a performance do brasileiro Zezão e o organizador (que também é artista e tem uma galeria de street art) veio falar conosco. Não acreditou quando contamos que no Brasil muitas vezes os grafites são apagados dos muros da cidade, ele simplesmente disse: “Aqui não, a cidade é nossa também”.
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4. Como mobiliar a casa com coisas achadas na rua

Desde que chegamos, sempre vimos móveis “deixados” pelas calçadas. No início estranhamos um pouco, mas depois percebemos que é algo genial: se você não quer mais algo que ainda está em bom estado, deixa na calçada e poucas horas depois alguém já aproveitou o seu descarte. Em casa tínhamos uma cadeira e uma estante “da rua”, achei demais!
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5. Férias são sagradas

Os franceses levam as férias MUITO a sério! Não tem essa de vender ou tirar só uma semana como às vezes fazemos no Brasil – lá férias são sagradas! Normalmente eles se dividem em dois grupos, os que tiram férias em julho e os que o fazem em agosto. Durante esses meses, a cidade fica bem mais vazia pois a maioria parte para o campo ou algum litoral e a chance de você ficar sem o croissant da sua boulangerie preferida é alta, já que eles simplesmente fecham seus estabelecimentos e deixam apenas um bilhete dizendo que voltam em um mês.

6. Metrô

Uma das cenas parisienses mais comuns é ver as pessoas pulando a catraca do metrô, isso quando eles não te pedem para passar junto com você, o que também é muito frequente. Claro que muitas vezes eles são pegos pelos policiais e tomam multa (que você pode pagar na hora, até com cartão!), mas a enorme maioria sai ilesa. O ato é tão comum que já chegamos a ver uma catraca aberta e as pessoas pulando a outra do lado, sem nem perceber.
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7. Mercados

Lá não há espaço para grandes empreendimentos, tudo é pequeno – apartamentos, cafés, restaurantes e principalmente, mercados. Em São Paulo, estamos acostumados a ir em um enorme supermercado fazer a compra do mês, de banana a geladeira, tem de tudo. Em Paris também, mas só nas regiões mais afastadas. No centro existem diversos pequenos mercados, onde tivemos que nos acostumar a passar diariamente pra comprar o almoço do dia. No fim, vou até confessar que gostei, acabamos nos interessando mais pela cozinha e desperdiçamos menos. Ah, detalhe para algumas regras diferentes, como a proibição de comprar bebidas alcoólicas após as 22h e uma taxa para a sacolinha, caso você não leve sua ecobag (o que todos fazem!).

8. Músicos de rua

Toda cidade grande tem seus músicos de rua e em Paris não é diferente, por conta do alto número de visitantes. Eles ocupam praticamente todas as regiões turísticas, além das estações de metrô e os próprios vagões. Claro que nem todos têm autorização para isso. A empresa responsável pelos trens realiza um concurso onde apenas os melhores, segundo um júri, ganham a autorização para tocar nos corredores do metrô (às vezes, duvido um pouco desse júri, mas no geral os músicos são bons mesmo). Ouvimos de tudo por lá, peruanos com sua tradicional flauta, bandas, cantores líricos, música africana e, claro, música francesa… ah, como os parisienses odeiam ouvir La vie en rose tocado no acordeon milhares de vezes ao dia.
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9. Compras vintage

Paris é o paraíso dos brechós! Há milhares de lojas espalhadas pela cidade, desde lugares com infinitos amontoados de roupas velhas (onde já encontrei incríveis casacos por 5 euros!) até os mais chiques, com roupas de marca e preços mais altos. Há poucos anos foi inaugurada a Kilo Shop, uma loja super estilosa, onde as peças são cobradas por peso. A maioria dessas lojas fica no Marais (bairro descoladinho), mas independente de onde você estiver, sempre haverá um brechó por perto. Além disso, os mercados de pulga e as feiras de objetos usados e antiguidades são também muito comuns.

10. Dicas para turistar

Os museus e monumentos mais turísticos quase sempre têm uma fila enorme pra entrar. Algumas dicas podem te ajudar a poupar umas horinhas do dia. Para a Torre Eiffel, por exemplo, você pode comprar o ticket pela internet (precisa ser com antecedência!), você escolhe entre os dias e horários disponíveis e não encara nem 1 minuto de fila (sugiro ir um pouco antes do pôr-do-sol para ter a vista de dia e de noite). No Louvre, fuja da entrada principal, existe uma entrada lateral em que geralmente nem tem fila! No Museu Rodin, você pode conhecer apenas o jardim (que é o mais interessante e imperdível) por apenas 1 euro, sem pegar a fila para entrar na casa, caso esteja sem tempo pra isso. Ah, e se não quiser gastar com garrafinhas de água, peça sempre uma carrafe d’eau nos restaurantes – é água da torneira, mas 100% potável e de graça.
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Todas as fotos © Mari D’Angelo

Fonte: http://nomadesdigitais.com/10-impressoes-de-uma-brasileira-sobre-a-vida-em-paris/