17 de dez de 2014

Onomatopeias by James Chapman



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Fonte: http://www.boredpanda.com/different-languages-sounds-posters-james-chapman/   


13 de dez de 2014

Rire dans sa barbe - Anjana Iyer



Nada melhor do que explicar desenhando!
Foi o que a ilustradora Anjana Iyer fez com expressões e palavras de diversas línguas.
O projeto chama-se: FOUND IN TRANSLATION

Lindo trabalho. Confira :



30 de nov de 2014

La paranthèse inattendue


Para quem não tem acesso aos programas franceses na televisão, 
segue uma dica muito bacana : La paranthèse inattendue


É um programa de entrevistas um pouco diferente.
Os três convidados  (artista, cantor(a), escritor(a), esportistas, políticos, etc)
ficam juntos durante 24 horas em uma 
casa à la campagne française.
 O apresentador Frédéric Lopez
vai guiando o bate papo que é apresentado
em 4 etapas em cômodo diferentes da casa:

1) Retour en enfance  (retorno à infância - no sótão)
2) Premiers émois  (primeiras emoções - no lago, na cidade, etc)
3) Le destin en marche (o destino em ação - na cozinha)
4) Jusqu'au bout du rêve (até o fim do sonho - na sala de estar durante o jantar)

E podemos ver no Youtube:

Au grenier (sótão)



Au ponton


24 de out de 2014

What are some societal norms in France that Americans would find strange? Via Quora

  • FAIRE LA BISE!!! The double-kiss on both cheeks. I miss this more than anything, because in the year that I spent in France I kissed more beautiful women this way than I ever did before or since. You kiss everyone you meet, and if you kiss someone as if leaving, but then still hang out at the party, it's very rude. These days done mostly woman-to-woman or woman-to-man, but older generations also practice it man-to-man, with no sexual meaning at all.

  • Feeding children normal delicious adult food. None of this disgusting baby food or plain tasteless crap. French parents don't destroy their kids' taste for good food before it's developed by feeding them chicken fingers; they make them sit there and eat roquette salad and cassoulet de Toulouse. 

  • Not drinking everything (milk, juice, water) ice cold, but rather room temperature. In fact when you're brought water at a cafe, you will sometimes get a puzzled look from the waiter if you ask for ice.

  • Helping complete strangers out of a sense of social solidarity. In America you avoid touching strangers for fear of legal liability if they get hurt while you're holding them. In Paris, if you see a blind or disabled person at a corner, it's considered completely normal to grab their arm and walk them across. If you're out of spare change for a metro ticket and you don't have a pass, it's also very common for someone nearby to simply give you money to buy one; had this happen several times, both as recipient and giver

  • Bagging your own groceries while shopping. I had to get used to having someone else handle all my food at the store when I came back from France. (Perhaps this is why you never see grocery carts overflowing with unhealthy food)

  • Going to a family-run pharmacy to buy medicine. You can't buy drugs at big stores and there's no equivalent of Walgreens.

  • Being able to drive a car like an absolute maniac, and having motorists *not* be considered second class citizens vs jaywalkers (as they are here in the US). 

  • Tearing off the awesome crusty end of a baguette and eating it while you walk home.

  • Talking about politics at the dinner table. [1] Here in America, I at least was always taught that discussing politics at dinner was rude. But the French love frank, intellectual debates, and I can't recall any dinner parties where politics wasn't discussed. 

[1] Famous cartoon from the turn of the 20th century about the extremely divisive Dreyfus Affair. The captions read: (1) "Above all, let's not talk about the Dreyfus Affair!"    (2) ...They talked about it..

13 de out de 2014

"À l'époque du fax, c'est du luxe rustique." Philippe Delerm

Livro para degustar sem moderação.

"La première gorgée de bière - et autres plaisirs minuscules"
Philippe Delerm

4 de out de 2014

Deus me Louvre!

Fonte:https://www.facebook.com/poesiareclamada/photos/a.132456280182153.28174.113548902072891/702744203153355/?type=1&theater

Photo : Sobre trocadilhos culturais...

Não fique sem → Poesia Reclamada

28 de set de 2014

A história do Brasil nas ruas de Paris de Maurício Torres Assumpção (Via História hoje)


Fonte: http://historiahoje.com/?p=3808


CAPA A história do Brasil nas ruas de Paris

Na terça-feira, 22 de maio de 1877, alguém bateu à porta do apartamento de Victor Hugo, em Paris, sem ter sido anunciado. O consagrado escritor abriu a porta , e se espantou: um senhor alto, de barbas brancas, vestindo casaca e cartola o encarava. Era o imperador Pedro II do Brasil, em sua segunda viagem internacional. Surpreso com a visita inesperada, Hugo, um feroz republicano, convidou o monarca a entrar. Na sala, os dois travaram uma conversa franca e amigável, entre leitor e escritor, que selaria a amizade entre aqueles dois homens de universos tão distantes.
Este episódio e muitos outros fazem parte do livro A História do Brasil nas Ruas de Paris (480 páginas), lançado nesta quarta-feira pela editora LeYa/Casa da Palavra. Escrito pelo jornalista, Maurício Torres Assumpção, o livro narra a saga dos brasileiros que deixaram o seu legado em Paris – seja um legado concreto, literalmente, como o de Oscar Niemeyer; ou contribuições para o desenvolvimento da ciência e tecnologia, como o fizeram D. Pedro II e Alberto Santos-Dumont. Ou, ainda, uma melodia no coração dos parisienses, cortesia de Heitor Villa-Lobos. Celebrada em placas, monumentos e nomes de ruas, espalhados por toda a cidade, esta presença brasileira é revelada pelo livro em toda a sua dimensão humana.
“Quando cheguei em Paris, em 2008, fui morar na Place du Colonel Fabien, onde está a sede do Partido Comunista Francês projetada por Niemeyer”, conta o autor. “Depois, encontrei, por acaso, a Capela da Humanidade fundada pelo positivista brasileiro Raimundo Teixeira Mendes, no sofisticado bairro do Marais. Aos poucos me dei conta de que havia um imenso legado brasileiro em Paris, que poderia render um guia de curiosidades para os turistas brasileiros. Mal sabia eu que o modesto guia tomaria três anos da minha vida, transformando-se num livro de história de 500 páginas!”.
Com uma pesquisa que cobre 200 anos, Assumpção explica o contexto histórico que levou esses brasileiros a Paris, o que eles realizaram na cidade, com quem se relacionaram e que impacto tiveram sobre seus pares e a sociedade francesa da sua época. Como um guia de viagem, o texto passeia pelas ruas da cidade, visitando 170 endereços: a mansão alugada pelo ex-imperador Pedro I; o gramado onde Santos-Dumont decolou com o 14-bis; o apartamento onde Tarsila do Amaral recebia Jean Cocteau; a sala de música onde Villa-Lobos fez a cidade tremer. Tudo revelado com uma prosa leve e bem humorada, sem perder de vista as balizas imprescindíveis da história oficial.
A História do Brasil nas Ruas de Paris. 480 páginas, editora LeYa/Casa da Palavra.

25 de set de 2014

Montmartre...


Sur la Butte, à Montmartre...

Fin XIXème, sur le versant nord de Montmartre, il existait un vaste terrain vague appelé « le Maquis ». 
De nombreuses baraques en bois ou en dur s'y étaient peu à peu construites. On y trouvait aussi de petites fermes, des jardins et même un "château" (le Château des Brouillards) qui abrita la famille Renoir. Il y vivait tout une population très typique du monde montmartrois de l'époque : chiffonniers et misérables, apaches, mais aussi bohèmes et artistes, peintres, marginaux de tout genre, etc.
Le Maquis établi entre les rues Lepic et Caulaincourt (toute l'avenue Junot actuelle) était un enchevêtrement de cabanes, de maisonnettes construites de bric et de broc avec des matériaux de récupération.
Peu avant, mais surtout après la guerre de 1914-1918, il disparut sous les coups de butoirs des promoteurs....
(avec www.Montmartre-secret.com)

Tradução livre:
Fim do século XIX, na encosta norte de Montmartre, existia um vasto terreno vago chamado "o matagal".

6 de set de 2014

France On Instagram Vs. France In Real Life ( Via BuzzFeed)

We ain’t that glamourous.

 
The city of ~love~

Paris in real life:

Paris in real life:
The city of ~tourists~

French culture on Instagram:

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instagram.com
So much culture, so many museums! Everyone is a philosopher and wears suspenders.

French culture in real life:

French culture in real life:
Daniel Angeli / Via allocine.fr
You know what French people actually like? Appalling comedies that make fun of our lower-middle class and rely mostly on lowbrow, racist, sexist, and classist jokes.Camping, with this guy as the main character, is a perfect example. Somehow, it managed to get funded and to sell millions of tickets.

French food on Instagram:

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Tasty croissants and colorful macarons everywhere!

French food in real life:

French food in real life:
Butter and ham sandwiches all day every day.

The French Riviera on Instagram:

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Blue skies and sea as far as the eye can see.

The French Riviera in real life:

The French Riviera in real life:
Going for a swim? Try to avoid the plastic bags, jellyfish, and used tampons.

Galeries Lafayette on Instagram:

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Lights, gorgeous dresses, and fancy purses!

Galeries Lafayette in real life:

Galeries Lafayette in real life:
The 10th circle of hell.

French street style on Instagram:

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Everyone is a model.

French street style in real life:

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Pretty sure this isn’t Chanel.

French thinkers on Instagram:

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<3

French thinkers in real life:

French thinkers in real life:
Charles Platiau / Reuters
Camus was great. Now all we have is Bernard-Henri Levy, a pseudo-philosopher who likes to pose among Libyan ruins in a fancy suit.

French apartments on Instagram:

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So bourgeois!

French apartments in real life:

French apartments in real life:
Via pap.fr
Unless you are an heir to the French monarchy, you’ll most likely get an overpriced eight-floor walk-up with no bathroom.

Northern France on Instagram:

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Old, picturesque cities.

Northern France in real life:

Northern France in real life:
Old, picturesque coalfields.

Deauville on Instagram:

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Such a romantic little town.

Deauville in real life:

Deauville in real life:
Gloom

French metro on Instagram:

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So quaint!

French metro in real life:

French metro in real life:
There is nothing more French than being enveloped by the smell of pee and sweat on your 7 a.m. commute.
Link: http://www.buzzfeed.com/anaisbordages/france-on-instagram-vs-france-in-reality#1jc61ib